Bruna Tosin, belieber. Apaixonada por sorrisos, fascinada por abraços, afogada em lágrimas e recolhendo as de quem eu gosto. Invernos e companhia, gestos e surpresas, companheirismo e lealdade, cuidadosa e extremamente ciumenta. Alargador, piercing, tatuagens e vontade. Família, amigos, juntos. Lutando, força e sempre em frente. Experiências, sensações e movimentos. Carinhos, atitude, envolvimento. Vermelho, fogo e mordidas. Honra, proximidade e AMOR.
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— Parker Frontier  (via aquarelar)

(Source: parkerfrontier)


(Source: p-oeta)

Sabedorias. (via oescritor)
oescritor:

É apenas saudades das coisas simples que o tempo levou. 

oescritor:

É apenas saudades das coisas simples que o tempo levou. 

(Source: poeta-do-infinito)

A Guerra dos Tronos (via romantizei)

(Source: trecho-de-livros)


Ei primo, você pode me ouvir daí? Espero que sim… Sabe, tudo isso me deixa pasma, apavorada, assustada, e eu confesso que não sei nem o que pensar. Por que você? Por quê? Você que fazia tanto por si mesmo, pela sua vida, fazia tantos planos. Lembra das viagens que tu queria? Lembra de como nós imaginamos em como reformar a casa da praia? E aquela vez que estávamos os 4 primos jogando em cima de cama, eu lembro que você mais roubava do que jogava, lembro da sua gargalhada, de como ficava vermelho… Lembra quando se escondeu debaixo da cama pra quase me matar do coração… E na rede, com o violão que tu me ensinou a tocar o comecinho de I’m yours. E quando eu ainda era pequena, ia no seu quarto e sempre mexia na sua gaveta, encontrava sempre as mesmas coisas e depois colocava no lugar de volta. E as suas pedras preciosas? Os homenzinhos de brinquedo? A gente brincando de índio no quintal. Lembro de todos os seus cortes de cabelo, lembro de todos os seus piercings, as suas novidades. E quando a gente ia pra praia… Se tu não puxasse meu pé dentro do mar, e depois imitasse um tubarão com as mãos você não se chamava Gabriel né. Quantaaa merda tu já fez e depois a gente só dava risada e mais risada… Agora, dói ter que lembrar da sua imagem no caixão, parecia de mentira, você lá, com uma cara de menino, tão menino, que ainda queria tanto tanto pela frente, não dá pra acreditar que era você. Sempre faltará algo por aqui, sempre vou lembrar de você, de alguma bobagem, das coisas poucas, e simples. Você tá deixando saudades em, e muitas saudades, por sinal. Eu posso dizer que tenho orgulho de ter conhecido alguém exatamente como você é, orgulho de ser sangue do teu sangue. Tu só deixou lembranças boas aqui, e eu vou levar isso sempre comigo, tu ensinou realmente como LUTAR COMO UM BRAVO (fight like a brave) até o fim, mas Deus quis você mais de perto não é? Diz pro Tio Bira que eu amo ele, e olhem pela gente ai de cima. 

Ei Biel, obrigada pelas luvas, vou cuidar bem delas tá?! Eu te amo muito, fique em paz! 

— Projota.  (via segredosdeumpoeta)

(Source: vidadeumaciumenta)


oescritor:

Cansei de esperar. Cansei de esperar todas as palavras que não foram ditas, os abraços que não me foram dados, as promessas que não foram cumpridas. Cansei de esperar por uma atitude sua, alguma demonstração de que você se importa comigo. Cansei de esperar pelo que não veio, pelo o que nunca existiu e que tenho certeza que jamais existirá. O Escritor

oescritor:

Cansei de esperar. Cansei de esperar todas as palavras que não foram ditas, os abraços que não me foram dados, as promessas que não foram cumpridas. Cansei de esperar por uma atitude sua, alguma demonstração de que você se importa comigo. Cansei de esperar pelo que não veio, pelo o que nunca existiu e que tenho certeza que jamais existirá. Escritor

oescritor:

Quê amor é esse? Preguiçoso, orgulhoso, medroso? Não me procura por preguiça, não pede perdão por orgulho, não demonstra, por medo. Cadê a eternidade? Cadê a verdade? Cadê o amor? O Escritor

oescritor:

Quê amor é esse? Preguiçoso, orgulhoso, medroso? Não me procura por preguiça, não pede perdão por orgulho, não demonstra, por medo. Cadê a eternidade? Cadê a verdade? Cadê o amor? Escritor